“— Eu te amo.
— Me ama é o caralho.
— Vai se foder, eu te amo.
— Vai tomar no cu, você não me ama.
— Pequena…
— “Pequena” é o caralho, não venha ser romântico, eu sou muito otária, me apaixono fácil.
— Então porque não acredita que eu te amo ?
— Eu acredito, acreditei desde a primeira vez que disse. É que “eu te amo” soa tão bem na sua voz, ainda mais quando é para mim.”
“Fica mais, fica mais um pouco, porque muito de você pra mim ainda é pouco.”